O que a Feira Preta Festival mais tem é história. Ela começou há 25 anos como uma pequena feira de empreendedores negros, fundada por Adriana Barbosa na Praça Benedito Calixto, em São Paulo. Foi crescendo, construindo comunidade, até desafiar obstáculos e gerar um ecossistema inteiro, que se retroalimenta e colabora para a redução de desigualdades econômico-raciais.
Diretora Executiva e Fundadora da Feira Preta
2017
51 negros com menos de 40 anos mais influentes do mundo, MIPAD premiação reconhecida pela ONU
2020
1a mulher negra entre inovadores sociais do mundo, Fórum Econômico Mundial
2024
Uma das 500 pessoas mais influentes da América Latina, nos anos de 2022, 2023 e 2024, Bloomberg Linea
2024
Uma das 18 pessoas no mundo promovendo mudanças raciais, Revista Time
Adriana foi quem começou essa gira toda: ela é fundadora do Instituto Feira Preta, ecossistema que tem trabalhado para ampliar as oportunidades de negócios para a comunidade negra, estimulando o empreendedorismo e fomentando a criação de redes de apoio e de economia colaborativa.
A atuação de Adriana Barbosa tem sido amplamente reconhecida nacional e internacionalmente por instituições como ONU, Fórum Econômico Mundial, Bloomberg e Forbes
Hoje, o ecossistema Feira Preta oferece educação empreendedora e profissionalização, pesquisas sob perspectivas racializadas, viabilização de projetos artístico-culturais e até impulsionamento financeiro de iniciativas negras promissoras. Parte desse trabalho deságua no maior festival de cultura e empreendedorismo negro da América Latina.
2002 a 2016
A Feira Preta começa pequena mas bombando em SP, com 5 mil participantes na Praça Benedito Calixto. Foram 15 Feiras Pretas na cidade, passando por diferentes territórios da capital e construíndo momentos históricos
2011
primeira Feira Preta em Brasília
2013
2016
primeira Feira Preta no Rio de Janeiro
2017 a 2023
a Feira Preta vira Feira Preta Festival. Tivemos edições com mais de 30 dias de programação, 140 atrações e 40 mil pessoas
2023
a maior edição da Feira Preta em São Paulo, com a maior ocupação de festival no Parque Ibirapuera já realizada
2025
Feira Preta Festival em Salvador, com a maior ocupação de festival no Comércio já realizada
Salvador deu o molho,
o Rio deu o samba
A cidade baixa virou um palco onde a gente celebrou os talentos de Salvador no porto do comércio e lembrou da potência de não esquecer quem é. Mas a caminhada não para.
Agora a Feira Preta Festival Desce em outro Porto. Chegar na Pequena África não é passeio, é retorno. Caminhar aqui é tipo ler um livro escrito no asfalto.
É quilombo urbano. É papo de visão: se a gente vai ocupar o Pier Mauá, o Armazém Obra e Região Portuária é porque o nosso futuro já foi desenhado lá atrás.
A Feira Preta Festival Viva Pequena África nasce do encontro entre memória e futuro.
Uma celebração ao Brasil negro e à contribuição das mulheres pretas em nossa história de resistência e nas novas formas de prosperidade negra. Partindo da primeira capital do Brasil para a segunda, nossa festa ressignifica uma rota de dor, pelo caminho da celebração da ginga delas em resistir e recriar mundos, a partir daquilo que temos de melhor: a potência da nossa cultura. Nesta gira, empreendedores, influenciadores, artistas, estilistas, intelectuais e formadores de opinião negros se encontram para compartilhar saberes, tecnologias, mandigas e formas de celebrar!
Uma história de resistência onde o samba foi fundamental na vida das mulheres negras à frente do legado revolucionário da Pequena África.
Não é so um bairro.
É onde o povo preto aprendeu a transformar pedra em ritmo e silêncio em revolução.
Um território que o nosso povo costurou com mão de obra portuária, suor de preto liberto e a marra de quem nunca aceitou as grades.
Mais de seis milhões de nossos irmãos chegaram por aqui, sob um peso que ninguém deveria carregar. Hoje é patrimônio da UNESCO, mas pra gente é altar.
É logo ali, no alto, a Providência. A primeira favela. O berço da nossa resistência preta ainda tem vista pro mar.
Foi ali, entre um quitute e uma reza, que o primenito samba pediu passagem
É quilombo urbano. É casa.
É palco ancestral para o Feira Preta Festival 2026.
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