Walmir Borges comanda um happy hour de respeito com o melhor do samba-rock e homenagem ao grande Jorge Ben Jor.
15 atividade(s)
Consumir é também exercer poder, mas quem é visto, ouvido e considerado nesse processo? Este painel discute como comportamento, mercado e cultura definem o que ganha destaque e o que é invisibilizado. A partir de diferentes olhares, a conversa revela como o consumo pode reforçar desigualdades ou abrir caminhos de reconhecimento, influência e geração de valor para a população negra. Painel com mediação de Cris Guterrez e participação de Michel Alcoforado, Eduardo Paiva e Luanda Vieira.
Quem se beneficia quando algo crescer? Este painel convida o público a repensar a ideia de escala a partir de justiça social, redistribuição e acesso. Painel com mediação de Luciana Barreto e participação de Jurema Werneck e Vitor Del Rey.
A IA pode ser uma aliada poderosa — quando aplicada de forma acessível. O workshop apresenta caminhos iniciais, ferramentas e estratégias para incorporar inteligência artificial na rotina do negócio. Com Sil Bahia e o Bonde da Pretalab.
Neste horário, especialistas do Sebrae em 5 eixos temáticos (Finanças, Marca, Vendas, Serviços e Impacto) atenderão até 20 empreendedores, em rodadas de 30 minutos.
A cultura e a criatividade estão no centro das novas dinâmicas econômicas. O painel discute como criadores e influenciadores impactam consumo, tendências e geração de valor. Painel com mediação de Larissa Luz e participação de Ana Paula Xongani, Luane Dias e Roger Cipó.
Konrad Dantas (KondZilla) conduz uma reflexão sobre como território e cultura se tornaram centrais para entender comportamento, consumo e inovação.
Entender o próprio dinheiro é também entender o próprio lugar no mundo. Nesta fala, Nath Finanças mostra como decisões financeiras impactam autonomia, escolhas e futuro, e por que falar sobre isso é urgente, especialmente para quem sempre foi deixado de fora dessa conversa.
A tecnologia não é só ferramenta, é oportunidade. Nesta fala, Paulo Rogério mostra como o acesso ao digital pode gerar inclusão, renda e novos caminhos de crescimento para quem historicamente ficou de fora.
Vamos apresentar a ampliação da última pesquisa da FEIRA PRETA sobre empreendedorismo negro na América Latina, com representantes desses países e do Banco CAF, parceiro neste projeto.
Neste painel, o BNDES conta quais formas de apoio oferece a micro e pequenos empreendedores, startups (“BNDES Garagem”) e negócios individuais e coletivos em periferias.
Confira Adriana Barbosa, a Diretora Executiva do Ecossistema FEIRA PRETA, abrindo o Festival em conjunto com lideranças do SEBRAE-RIO.
39 atividade(s)
Confira desfiles de Mônica Anjos, Tendência Black, Zâmbia e das marcas selecionadas em nosso programa de formação Feira Preta Cria.
Confira, nos telões de LED de nossos espaços, a força dos nossos VJs oficiais, o Coletivo Coletores. Reconhecidos por transformar espaços urbanos em plataformas de arte e reflexão, eles vão trazer nos intervalos das atividades visuais que fazem dos palcos territórios de reivindicação, celebração e inovação estética.
O Sarau da Lira nasce no quintal de uma casa no Méier, subúrbio do Rio de Janeiro, onde a música sempre foi parte da vida da família Lira. O que começou de forma despretensiosa cresceu, sem perder sua essência: um encontro aberto, gratuito e diverso, onde cabem música, poesia, literatura e outras expressões artísticas.
Sinopse: Idealizado pelo CEAP em parceria com a Rede Carioca de Samba, o curta de animação “O SENHOR DO TREM” é um projeto financiado pelo match funding BNDES em parceria com a Benfeitoria, que permitiu através de grandes benfeitores custear grande parte do filme. O curta em formato HQ, busca aproximar as novas gerações, da cultura tão característica carioca e brasileira, o samba raiz. Para além disso, a história permeia ainda assuntos da cultura afro, como ancestralidade, resgate, empoderamento negro, e fala tbm sobre a parte da escravidão que ficou de fora dos livros. No cenário do anime, o Museu dos Pretos Novos, a região da Gamboa, o novo VLT e o antigo trem que cruza a cidade e chega a Oswaldo Cruz, bairro onde nasceu muitos terreiros de samba, inclusive a grande escola de samba Portela. Guiada por Paulo da Portela, depois da perda de sua vó Badu, Dandara chega a Oswaldo Cruz onde conhece a Velha Guarda da Portela e a faz se orgulhar de onde veio.
Com direção de Aída Queiroz e Cesar Coelho, produção de Campo 4 Produções Cinematográficas e roteiro de Aída Queiroz. Inspiração no texto “Velha Guarda da Portela” de Marquinhos de Oswaldo Cruz.
Duração: 11 min.
Sinopse: Após a morte de seus pais, o biomédico Tarik (Rei Black) retorna ao Brasil. Ao tentar salvar a vida de um velho amigo ele acaba colocando em risco a sua carreira e se envolvendo em uma guerra que nunca imaginou existir e para a qual não está preparado. Com direção e roteiro de Alberto Sena, produção do Coletivo Ponte Cultural Produções.
Duração: 1h48min
Sinopse: Rio, Negro é um documentário que apresenta um olhar possível para a historia do Rio de Janeiro, assentado na presença e contribuição da população negra de origem africana na formação da cidade. A partir de entrevistas e amplo material de arquivo, a narrativa busca desvelar como a população negra forjou trajetórias individuais e laços comunitários em uma cidade-diáspora marcada pelas disputas em torno do projeto civilizatório das elites brancas. Rio, Negro confere centralidade a esse debate, articulando o ideário racista, a transferência da capital para Brasília e suas consequências político-institucionais para o Rio de Janeiro.
Com direção de Fernando Souza e Gabriel Barbosa, direção de fotografia de Laís Dantas e produção da Quiprocó Filmes.
Duração: 1h38min
Sinopse: Aos 70 anos, Mãe Cleonice de Obaluayê, filha de Mãe Eunice de Xangô, está perdendo sua memória. Sua história – e seu Orixá -, entretanto, permanecem bem vivos em sua família de axé.
Com direção de Fernanda Beling, produção de Amanda Garcia, Klaus Hastenreiter e Aduke Omim e roteiro de Márcio Ferreira, Patrícia Freitas, Patrick Portugal, Rafa Beck.
Duração: 16min37seg
Sinopse: MALÊS é uma jornada de resistência e coragem, ambientada na vibrante Salvador de 1835. Durante seu casamento, dois jovens muçulmanos são arrancados de sua terra natal na África e escravizados no Brasil. Separados pelo destino cruel, ambos lutam para sobreviver e reencontrar-se, enquanto se veem envolvidos na maior insurreição de escravizados da história do Brasil: a Revolta dos Malês. Malês se consolidou como um marco no Audiovisual brasileiro, ultrapassando os 100 mil espectadores em salas de cinema, um grande feito para filmes históricos da época. Além da sua brilhante jornada em terras brasileiras, o filme foi destaque em exibições nas Universidades de Harvard, Princeton e Pensilvânia, nos Estados Unidos e na Universidade de Cambridge, na Inglaterra. O filme participou, ainda, do FESPACO, no Burkina Faso, maior festival Pan Africano e da diáspora do mundo. No Brasil, participou do Festival do Rio, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Mostra de Tiradentes e Maranhão na Tela, festivais consolidados nacionalmente e com projeção internacional. Sua pré-estreia foi em Salvador, a cidade com maior população negra fora do Continente Africano, onde mais de mil pessoas assistiram ao filme no evento a céu aberto de frente para a praia, o OpenAir. O filme também foi exibido com exclusividade para o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e para a Primeira Dama, Janja da Silva. Malês é um drama histórico que potencializa a relevância sócio-cultural da população afro-brasileira, que protagonizou revoluções em prol da justiça social e equidade no país.
Com direção de Antonio Pitanga, produção de Flávio Ramos Tambellini, da Tambellini Filmes, e roteiro de Manuela Dias. Ao final, não perca a presença do diretor Antonio Pitanga para uma conversa rápida (20 min) com o público!
Duração: 1h45min
Sinopse: SANKOFA é um curta que propõe uma reflexão profunda sobre identidade afrodescendente, ancestralidade e beleza negra. A partir de entrevistas com 15 mulheres negras de diferentes contextos da diáspora africana — filmadas no Brasil (Rio de Janeiro, Petrópolis, São Paulo, Salvador) e nos Estados Unidos (Nova York) — o filme entrelaça depoimentos reais com cenas performáticas encenadas por artistas afrodescendentes. Entre sensibilidade e lirismo, a narrativa revela como padrões de beleza e apagamentos históricos moldam experiências negras — e como o ato de aceitar e celebrar o próprio cabelo se torna um gesto artístico, político e espiritual. SANKOFA é uma ode à beleza negra, um convite à cura coletiva e uma visão de futuros em que memória e estética são reconhecidas como patrimônio essencial. (Filme inédito, lançamento no Brasil!)
Com direção e roteiro de Anna Parisi, produção de Gabriel Bortolini e Marianna Olinger. Ao final, não perca a presença da direção e elenco para uma conversa rápida com o público!
Duração: 18min
Sinopse: Georgina, uma avó carinhosa e talentosa na cozinha, começa a apresentar sinais iniciais de Alzheimer. Determinada a preparar um almoço especial para a família, ela acaba transformando a cozinha em um caos cheio de situações cômicas e confusas. Entre risos e momentos de ternura, a família se une com paciência e amor, mostrando que, apesar das falhas na memória, os laços afetivos permanecem fortes.
Duração: 11min35seg
Sinopse: O Pai da Rainha de Angola acompanha Ravi, um homem negro que decide adotar Thelminha, uma menina de sete anos, iniciando uma jornada delicada de construção de vínculo, afeto e pertencimento. À medida que pai e filha se aproximam, memórias, histórias e emoções emergem, revelando não apenas o passado de Ravi, mas também a potência simbólica da infância negra. É nesse encontro que Thelminha se afirma como Zuri, a rainha de Angola, trazendo à tona uma identidade que ultrapassa o cotidiano e conecta presente e ancestralidade. Entre realidade e imaginação, o filme propõe um novo olhar sobre a paternidade negra, rompendo estereótipos e afirmando o afeto, a vulnerabilidade e a construção de referências positivas como caminhos para reescrever o futuro.
Duração: 12min30seg
Tabuleiro de Histórias é um espetáculo de contação de histórias criado e encenado por Kemla Baptista, voltado para crianças e famílias. Inspirada nas antigas vendedoras de acarajé da Pequena África carioca, a apresentação mistura cantigas, brincadeiras, musicalidade e narrativas dos orixás para conduzir o público por memórias ancestrais da zona portuária do Rio de Janeiro. Com afeto e ludicidade, o espetáculo celebra a oralidade negra como ferramenta de memória, identidade e encontro entre gerações.
Ananse e o baú de histórias Ananse é um conto de origem ganesa da África ocidental que nos revela como as histórias nascem. Os povos Akan (Gana, Togo e Costa do Marfim), da nação Asante possuem um sistema de escrita chamado Adinkra. O Adinkra Ananse, estiliza uma teia de aranha, representando sabedoria, criatividade e as complexidades da vida.
O Espaço Quilombinho é uma iniciativa de educação afro-referenciada voltada para crianças e famílias, que utiliza a cultura, a brincadeira e a coletividade como caminhos de pertencimento e formação. Composto por oficinas, jogos e atividades lúdicas, o projeto cria um ambiente livre, acolhedor e criativo, onde as crianças podem experimentar ações ligadas às artes visuais, musicalidade, leitura e expressão corporal. Inspirado na ideia de aquilombamento, o Quilombinho valoriza a liberdade, a escuta e as heranças culturais afro-brasileiras como base para o cuidado e o aprendizado coletivo.
O Cordel da Providência, encenado pelo Bando Teatro Favela, primeiro grupo de teatro infanto juvenil do Morro da Providência, narra entre rimas, cantos e cores a formação desta que é também a primeira favela do Brasil, localizada na Pequena África. Composto por 5 atores em cena, o espetáculo leva ao público a história da Providência: desde a guerra de Canudos, na Bahia, à chegada dos ex-combatentes e a ocupação espontânea do território pela proximidade do quartel situado na Central, em uma pressão para que as promessas de moradia fossem cumpridas.
Respeita o Meu Close é um solo cênico-musical idealizado e escrito por Isa Black Woman para a Feira Preta, inspirado no tema “Negra é Raiz da Revolução” e na obra de Dona Ivone Lara. O espetáculo reúne a artista, DJ e participação especial de musicistas em uma apresentação interativa que mistura humor, música e relatos do cotidiano de uma mulher preta, mãe e artista independente no Brasil. A partir de histórias pessoais e situações de identificação coletiva, Isa aborda temas como maternidade, autoestima, cabelos, relacionamentos, carreira, criação dos filhos, quebra de ciclos familiares e a importância do autocuidado como ato revolucionário.
FICHA TÉCNICA:
Idealizadora, Autora e Atriz: Isa Black Woman
Sonoplastia: DJ Vítor Pires
Musicistas: Ana Laura Simão, flauta; Daniella Anatalicio, violino; Monique Velasco, Trombone; Laís Gomes, Sax; Jeanne Santos, Percussão
O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN) é referência na realização do Circuito de Herança Africana sendo pioneiro na região da Pequena África, unindo pesquisa, rigor histórico e educação patrimonial.
Inscrições no site da Diáspora Black: https://diaspora.black/
A Feira Afro do Valonguinho se consolida como um dos mais potentes encontros de cultura, economia criativa e memória negra da Região Portuária do Rio de Janeiro. Realizada no Jardim Suspenso do Valongo, coração simbólico da Pequena África, a feira transforma o território em uma experiência viva, onde passado, presente e futuro se encontram por meio da arte, do empreendedorismo, da gastronomia e da valorização das identidades negras. Passagem obrigatória para visitantes que estejam no tour da Pequena África, iniciando às 9h, com empreendedores locais e Roda de Samba do Wil Freitas.
O encontro celebra o vigor da nova cena urbana paulistana, unindo a fusão de trap e funk de Nanda Tsunami à escrita autêntica e multicultural de Barona para projetar as vivências e a urgência artística de uma nova geração de mulheres no rap.
Nanda Tsunami: Nascida e criada na capital paulista (São Paulo-SP), Nanda Tsunami é MC e compositora. A artista, que atualmente tem 26 anos, traz em suas composições referências do funk paulista, estilo musical que fez parte de sua adolescência e continua a influenciá-la musicalmente até os dias de hoje. Nanda mescla elementos do trap com o funk de São Paulo, abordando temas relacionados às suas vivências e ao seu cotidiano.
Barona: A caminhada de Barona começou em 2018, na Zona Oeste de São Paulo, movida pela urgência de se expressar. Sua composição é um reflexo de um repertório vasto. Entre o asfalto de SP e o universo dos animes, filmes e livros, Barona molda uma identidade própria.
Tati Quebra Barraco: Tatiana dos Santos Lourenço, mundialmente conhecida como Tati Quebra Barraco, é uma das maiores vozes do funk carioca e pioneira feminina no gênero. Nascida e criada na Cidade de Deus, Tati quebrou barreiras ao longo de seus mais de 25 anos de carreira, transformando-se em um símbolo de resistência e liberdade sexual para mulheres. Com sucessos globais como “Boladona” e “Sou Feia Mas Tô na Moda”, sua trajetória de superação já alcançou palcos internacionais e inspirou a cinebiografia “A Rainha do Funk”.
Titica: Teca Miguel Garcia, conhecida como TITICA é uma cantora, compositora e dançarina angolana, reconhecida como a “Rainha do Kuduro”. Sua sonoridade mistura o kuduro tradicional com elementos de afrobeat, kizomba, semba e domboló. Nascida em Luanda, ela se tornou uma das artistas mais influentes da música africana contemporânea e um símbolo global de resistência e autenticidade.
Reconhecido oficialmente como Patrimônio Imaterial Carioca, o Baile Black Bom é um movimento de ocupação urbana que propõe uma verdadeira “viagem no tempo” pela Black Music. Herdeiro do legado do Black Rio, o projeto nasceu na histórica Pedra do Sal e expandiu presença para marcos como a Praça Mauá, o Museu do Amanhã e o CCBB, além de ser pioneiro em exportar essa experiência para Minas Gerais, São Paulo, Goiás e o Distrito Federal. A imersão sonora é conduzida pela Banda Consciência Tranquila, com releituras ao vivo que vão do soul dos anos 70 ao R&B e Hip Hop contemporâneos, acompanhada pelo DJ Flash, que domina a pista com o melhor do charme e do flashback. Hoje, o Black Bom está consolidado como referência nacional na difusão do movimento charme e ativismo cultural negro urbano.
Com participações mais que especiais de Dom Filó e Sandra Sá.
Laís, conhecida artisticamente como Afrolai, é DJ e produtora cultural natural de Campos dos Goytacazes. Sua trajetória é marcada pela influência da música preta e da cultura urbana, construindo uma identidade sonora que transita entre R&B, hip hop, afrobeats e funk, com sets que unem pesquisa musical, sensibilidade de pista e autenticidade.
OZCRIAS é formado por quatro jovens artistas, todos crias das favelas do Rio de Janeiro, que unem canto e dança em performances cheias de energia. A história começou nas redes sociais, onde vídeos virais de coreografias de grandes sucessos do funk e do pop revelaram ao Brasil um talento genuíno e autêntico. O projeto traduz o que é OZCRIAS…“Levar a música, a dança e a identidade das favelas cariocas para grandes palcos.”
A Banda Preta é uma experiência musical criada pela Feira Preta para transformar o palco em espaço de celebração, encontro e protagonismo. Com uma banda base ao vivo, preparada com um repertório especial de clássicos e sucessos da música preta, o projeto convida o público a viver a experiência de cantar acompanhado por músicos profissionais, como artista principal da própria apresentação. Funciona como um grande karaokê ao vivo: as pessoas se inscrevem, escolhem sua música favorita dentro do catálogo disponível e sobem ao palco para brilhar. Mais do que uma atração musical, a Banda Preta é um convite à coragem, à diversão e à ocupação afetiva do palco, criando momentos únicos entre música, memória e performance. Entre vozes conhecidas e talentos inesperados, a proposta celebra a potência coletiva da música preta e transforma cada apresentação em um acontecimento vivo, espontâneo e inesquecível.
Carioca, DJ OPEN FORMAT e produtora, Milane é apaixonada pela música popular brasileira e pelo samba, referências que marcam sua sensibilidade artística e sua conexão com a cultura. Formada em 2023 pela AIMEC – Academia Internacional de Música Eletrônica, ela constrói sets que transitam entre diferentes gêneros musicais, sempre com intensidade, acolhimento e energia vibrante. Sua identidade sonora é marcada pela liberdade criativa e pela conexão com a pista, proporcionando experiências únicas e memoráveis. Além da carreira como DJ, Milane atua como produtora cultural, desenvolvendo projetos e eventos que valorizam a arte, a diversidade e a coletividade. Conquistando o público, Milane deixa a sua vibe registrada por onde passa.
O Jazz Proibidão é a fusão urbana e crua do jazz com o funk carioca, trazendo uma musicalidade visceral e autêntica, um jazz de corpo, do povo e da alma. Sem freio, sem limites, 808 estalando, metais jazzísticos, como se Miles Davis estivesse na Furacão 2000. O jazz finalmente encontra o tamborzão, e tudo pode acontecer.
Juliane Gamboa: Indicada ao Latin Grammy 2025 como artista revelação, é uma das vozes mais originais da nova cena do jazz brasileiro. Com o aclamado álbum de estreia JAZZWOMAN, ela funde com maestria a tradição do improviso e do soul à sofisticação da MPB, ao jazz contemporâneo. Criada em um ambiente musical diverso e espiritual, Juliane utiliza sua arte como um espaço de libertação e ressignificação da identidade da mulher negra.
Canela de Velho é uma roda de samba da Pequena África (RJ) que nasce do território e se afirma como espaço de celebração e continuidade do samba de raiz. Com rodas mensais e forte presença de público, o projeto conecta tradição, comunidade e o resgate do samba em sua forma mais orgânica.
Formada como DJ pela UWR em Madureira RJ e cria da zona oeste do Rio de Janeiro, Jezz se destaca na raiz da música Brasileira, Samba, Hip Hop, Soul, Jazz e no Boom Bap underground.
A Cia Efeito Urbano, fundada em agosto de 2011, é a primeira companhia de dança profissional do Morro da Providência, território historicamente reconhecido como a primeira favela do Brasil. Ao longo de sua trajetória, a companhia consolidou um conceito próprio de pesquisa e criação: Dança Urbana Negra Periférica.
O Cordão do Prata Preta é um tradicional bloco de carnaval da Zona Portuária do Rio de Janeiro, com sede na Gamboa. Fundado em 2006, o bloco homenageia Horácio José da Silva, o “Prata Preta”, capoeirista líder da Revolta da Vacina em 1904. Seu desfile é marcado por orquestra de sopro, bonecos gigantes e muito samba na região da Pequena África
A literatura contemporânea se apresenta como espaço de memória, identidade e elaboração crítica das experiências sociais que atravessam o nosso tempo. O painel promove um diálogo entre diferentes trajetórias e perspectivas, ampliando debates sobre narrativas periféricas, representação e os desafios contemporâneos a partir da escrita e da experiência de cada autor. Painel com mediação de Stephanie Borges e participação de Janaina Abilio e Bruno Ribeiro.
A Pequena África ressurge como território central da cultura carioca, revelando não só um passado escravocrata, mas também a potência da inventividade negra. Ao ser redescoberta, conecta experiências locais e globais e amplia formas de pensar o presente. Painel com mediação de Jorge Freire e participação de Adriana Barbosa, Marcos Motta (BNDES-RJ), Tereza Campello (BNDES-RJ) e Antonio Pita (Diaspora Black-RJ).
O que parece tendência é, muitas vezes, construção cultural. Este painel traz uma leitura direta sobre como a moda reflete relações de poder e como novas narrativas estão criando espaço, valor e protagonismo. Painel com mediação de Thais Delgado e participação de Angela Brito, Day Molina e Hanayrá Negreiros; oferecimento Renner.
Neste encontro encantado, histórias deixam de ser apenas contadas e passam a ser sentidas. Conceição Evaristo e as Pretinhas Leitoras compartilham vivências, memórias e imaginação, celebrando a beleza de se reconhecer nas palavras e de construir narrativas onde todas podem existir. Diálogos entre Pretinhas Leitoras e Conceição Evaristo.
O turismo negro cresce a partir de uma pergunta simples: por que não conhecemos a nossa própria história? Esse movimento tem criado rotas, fortalecido territórios e impulsionado mudanças reais. Neste painel, os convidados discutem como o afroturismo está se estruturando, e para onde ele pode nos levar. Painel com mediação de Carlos Humberto (Diaspora Black Rio) e participação de Jonathan Ferr (SP) e Lua Ferreira (Rio).
Promover um diálogo aprofundado sobre como o Cozinha de Favela articula gastronomia, identidade, território e inclusão social, evidenciando a potência das narrativas periféricas na televisão, os desafios e aprendizados dos processos de produção e o papel estratégico da TV Globo na ampliação de vozes e na valorização de histórias historicamente sub-representadas. Painel com mediação de Nathalia Ramos e participação de João Diamante, Aline Santos e Adalberto Nunes.
E se o amor for mais do que sentimento — for uma escolha cotidiana? Nesta fala, Renato Nogueira propõe o amor como prática ética e política, capaz de transformar relações, fortalecer vínculos e abrir caminhos para outras formas de existir e conviver.
Ubuntu sobre a Pequena África é um modo de fazer, de agir, de pensar, de compreender e passar para as próximas gerações a importância da unidade, da comunidade e das redes invisíveis e sensíveis que permeiam as nossas relações cotidianas. Assim, tomando com referência a Lei 10.639/03, a presente proposta tem por objetivo promover o debate crítico e o intercâmbio de conhecimentos sobre a importância da preservação e salvaguarda da(s) histórica(s), memória(s) e cultural(ras) da Pequena África. Destarte, “Ubuntu Carioca: Presente, Passado e Futuro da Pequena África” busca fortalecer e promover o avivamento cultural, dos patrimônios materiais, imateriais e manifestações culturais visando combater o racismo, a intolerância religiosa e fortalecer as identidades culturais locais, incentivando o respeito e a diversidade. Painel com mediação de Mariana Gino e participação de Ivanir dos Santos, Helena Theodoro, André Falcão, Julio César Medeiros, Stéfany dos Santos e Marina Pinheiro.
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Confira desfiles da Moabi, Day Molina, AXÓMI e das marcas selecionadas em nosso programa de formação Feira Preta Cria.
Batalha do Tanque é um Movimento Cultural e produtora de São Gonçalo que desde 2011 transforma a realidade de artistas e da cena local, levando o Hip-Hop e nossos laços sociais como eixo. Pioneira em produção de conteúdo no meio, chegam ao Feira Preta Festival 2026 com uma batalha de rimas para fomentar a cultura.
MC Martina, artista independente do Complexo do Alemão e fundadora do Slam Laje, transforma suas vivências em poesia para a Feira Preta Festival 2026.
Sinopse: Roque e Pudim, compositores da velha guarda da Vai-Vai, partilham uma kitchnete, décadas de amizade, o amor por sua escola de samba e uma dúvida do passado: o que aconteceu com a passista Rita, paixão de ambos. O surgimento da Ritinha, filha da passista, e as sombras do compositor Chico Buarque, ameaçam desmoronar essa grande amizade.
Com direção de Joel Zito Araújo, produção de Joel Zito Araújo e Luiza Botelho Almeida, roteiro de Joel Zito Araújo e Di Moretti.
Duração: 1h37min
Sinopse: O curta-metragem Da Pele Prata parte da história do ourives Chico da Prata, de 73 anos, e Angélica Moreira (in memorian), com foco no trabalho que desenvolvem em prata com a simbologia dos Orixás, desde o final dos anos 1980, em Salvador, para narrar como as joias desempenham um papel fundamental na construção da autoestima das mulheres de axé e pactuam também um diálogo constante entre o fazer artístico, o tempo e as divindades.
Com direção de Safira Moreira.
Duração: 24 min
Sinopse: Com uma abordagem provocativa, Pequena África investiga a história e o legado da região do Cais do Valongo, refletindo sobre memória, resistência negra e racismo estrutural no Brasil. Apresentado por Maria Gal, o documentário reúne entrevistas e diálogos com personagens fundamentais para compreender as influências culturais e sociais da Pequena África, território marcado pela resistência negra e pelas disputas históricas de memória. Idealizada pelo Mover, a produção destaca a importância da valorização da diversidade racial e do audiovisual como ferramenta de conscientização e transformação social.
Com apresentação de Maria Gal e direção de Naína de Paula
Duração: 53 min
Sinopse: Sandra retorna à casa de sua prima Mariana em busca de uma foto de sua falecida mãe, que trabalhou ali como empregada residente para os pais de Mariana. Embora tenham sido criadas juntas, Sandra, negra de pele escura, e Mariana, negra de pele clara, viveram aquela casa de formas muito diferentes. Ao se reconectarem, memórias há muito enterradas tomam forma ao redor delas. Fantasmas da infância, da ancestralidade, de um amor que nunca foi embora completamente. (Filme inédito, lançamento!)
Com direção de Carol Rodrigues. Ao final, não perca a presença da direção e elenco para uma conversa rápida com o público!
Duração: 1h40min
Sinopse: Produzido pela Sol de Barros Filmes, a animação narra a trajetória de um genial jovem africano que inventa a máquina fotográfica antes dos cientistas europeus. No entanto, isso acontece em 1830, no Brasil, o último país das Américas a abolir a escravidão. Disfarçado para evitar a escravidão, ele utiliza seu invento para ajudar na revolução de libertação do povo negro da fazenda de um poderoso barão.
(Esta é uma exibição de imagens promocionais do filme seguida de conversa com direção e elenco)
Com direção de Brenda Ligia.
Duração: 20 min.
Sinopse: Alaíde Costa, uma garota simples do subúrbio carioca, chega às rodas da zona sul do Rio de Janeiro dos anos 60. Ali, conquista os holofotes, figurando ao lado de João Gilberto, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e se torna a cantora, pianista, compositora e parceira desses que são tidos como a tríade de ouro da Bossa Nova. Mas, no auge da carreira, como a voz feminina negra e essencial do movimento, Alaíde é sumariamente ignorada pelas gravadoras. Junto com Johnny Alf, outro pioneiro negro da Bossa Nova, ela é vetada da lendária apresentação no Carnegie Hall, em Nova York. Agora, do alto dos seus 90 anos, Alaíde vai atravessar a América em busca do palco que é seu por direito.
(Filme inédito, lançamento no Brasil!)
Com direção de Carol Marins e produção de Daiane Martins.
Duração: 1h40min
Tabuleiro de Histórias é um espetáculo de contação de histórias criado e encenado por Kemla Baptista, voltado para crianças e famílias. Inspirada nas antigas vendedoras de acarajé da Pequena África carioca, a apresentação mistura cantigas, brincadeiras, musicalidade e narrativas dos orixás para conduzir o público por memórias ancestrais da zona portuária do Rio de Janeiro. Com afeto e ludicidade, o espetáculo celebra a oralidade negra como ferramenta de memória, identidade e encontro entre gerações.
Yalodê, conto afro-brasileiro nos revela a capacidade feminina da organização e da estratégia. O poder feminino que movimenta mercados, abre caminhos e traz soluções.
O Espaço Quilombinho é uma iniciativa de educação afro-referenciada voltada para crianças e famílias, que utiliza a cultura, a brincadeira e a coletividade como caminhos de pertencimento e formação. Composto por oficinas, jogos e atividades lúdicas, o projeto cria um ambiente livre, acolhedor e criativo, onde as crianças podem experimentar ações ligadas às artes visuais, musicalidade, leitura e expressão corporal. Inspirado na ideia de aquilombamento, o Quilombinho valoriza a liberdade, a escuta e as heranças culturais afro-brasileiras como base para o cuidado e o aprendizado coletivo.
Thamirys Borsan, cria do complexo do alemão, atriz e formada em licenciatura em teatro, hoje cursa bacharelado em Cinema. Thamirys acredita na arte e no humor como ferramenta de transformação de qualquer perspectiva e trauma. Partindo desse princípio, ela nos faz enxergar uma saída leve dentro de uma narrativa pesada.
Workshop Realeza propõe uma conexão ancestral entre corpo e memória, trazendo um olhar anticolonial. A Dança Afro nos conecta com o nosso interior, acolhe as nossas vulnerabilidades e ascende a nossa potência e realeza.
O Cidade Terreiro – Circuito Pequena África é uma experiência de turismo histórico-cultural e educação patrimonial realizada na região portuária do Rio de Janeiro, território de relevância mundial para a memória afro-diaspórica e onde está localizado o Cais do Valongo, reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO em 2017. Mais do que um passeio guiado, o projeto convida o público a conhecer a cidade a partir de uma perspectiva negra, ancestral e profundamente conectada à formação do Brasil. Roteiro organizado pelo Casarão Cultural João de Alabá. Roteiro organizado pelo Casarão Cultural João de Alabá.
Inscrições no site da Diáspora Black: https://diaspora.black/
DJ Nyack é DJ, produtor musical e pesquisador da cultura do vinil, com atuação central na cena da música preta. Um dos fundadores da festa Discopédia, construiu uma trajetória reconhecida pela pesquisa musical consistente, orientada por matrizes negras e pelo disco como ferramenta de escuta, circulação e preservação da memória sonora.
O palco une três vozes fundamentais da nossa cultura para exaltar a fé, a ancestralidade e a resistência da música brasileira.
Teresa Cristina: Referência fundamental do samba contemporâneo, Teresa Cristina é uma das vozes mais elegantes e potentes da música brasileira. Revelada na revitalização da Lapa carioca ao lado do Grupo Semente, a cantora construiu uma carreira sólida dedicada à preservação do legado de mestres como Cartola, Noel Rosa e Paulinho da Viola — este último rendendo-lhe uma indicação ao Grammy Latino logo em seu álbum de estreia. Além de sua técnica refinada e discografia aclamada, Teresa tornou-se um símbolo de acolhimento e resistência cultural através de suas emblemáticas lives durante a pandemia, reafirmando seu papel como uma artista essencial e ativista da memória musical do país.
Áurea Martins: Com 85 anos de vida e mais de cinco décadas de palco, Áurea Martins é uma das vozes mais sagradas e resilientes da música brasileira. Surgida no contexto da bossa-nova como uma rara presença negra na cena, a artista transitou da “invisibilidade” ao reconhecimento tardio como uma “artista diamantífera”, acumulando prêmios como o de Melhor Cantora no PMB e uma indicação ao Grammy Latino pelo aclamado álbum Senhora das Folhas.
Rita Benneditto: Natural do Maranhão, Rita Benneditto é uma artista premiada e versátil que une ancestralidade e inovação em uma trajetória de mais de quatro décadas. Indicada ao Grammy pelo álbum Pérolas aos Povos, a cantora alcançou projeção nacional e internacional com o fenômeno Tecnomacumba, um manifesto de resistência que funde pontos de matriz africana a batidas eletrônicas e clássicos da MPB.
A Banda Preta é uma experiência musical criada pela Feira Preta para transformar o palco em espaço de celebração, encontro e protagonismo. Com uma banda base ao vivo, preparada com um repertório especial de clássicos e sucessos da música preta, o projeto convida o público a viver a experiência de cantar acompanhado por músicos profissionais, como artista principal da própria apresentação. Funciona como um grande karaokê ao vivo: as pessoas se inscrevem, escolhem sua música favorita dentro do catálogo disponível e sobem ao palco para brilhar. Mais do que uma atração musical, a Banda Preta é um convite à coragem, à diversão e à ocupação afetiva do palco, criando momentos únicos entre música, memória e performance. Entre vozes conhecidas e talentos inesperados, a proposta celebra a potência coletiva da música preta e transforma cada apresentação em um acontecimento vivo, espontâneo e inesquecível.
O encontro celebra a ancestralidade e a resistência do samba, reunindo o legado histórico de Leci Brandão e Geovana à potência da nova geração de Marina Iris para exaltar a voz e a composição da mulher negra na música brasileira.
Leci Brandão: Leci Brandão da Silva, mais conhecida como Leci Brandão é uma cantora, compositora, atriz e política brasileira. Umas das mais importantes intérpretes de samba da história.
Participações Especiais:
Geovana: Cantora e compositora com mais de 50 anos de carreira, gravada por nomes como Clara Nunes, Martinho da Vila e Jair Rodrigues. São de sua autoria canções como “Amor dos Outros” e “Quem tem Carinho me Leva”. Ganhou fama na década de 1970 com o clássico “Pisa nesse chão com força”, música que lhe rendeu o rótulo de “Deusa Negra do Samba Rock”.
Marina Íris: Cantora de samba que vem se destacando na nova geração da música brasileira, unindo tradição e contemporaneidade em sua interpretação. Com uma voz potente e presença marcante, constrói uma trajetória sólida baseada na valorização do samba de raiz e da cultura popular.
Samba da Cabaça é uma roda de samba da Casa da Tia Ciata que une música, memória e ancestralidade em uma experiência cultural viva. Inspirado na simbologia da cabaça — representação da criação, da coletividade e da continuidade da vida nas tradições afro-brasileiras — o projeto promove encontros onde o samba dialoga com histórias, saberes orais e expressões da cultura negra. Entre clássicos, sambas autorais e referências históricas que atravessam o jongo e o samba carioca, a roda celebra o legado de Tia Ciata e reafirma o samba como espaço de resistência, identidade e conexão entre gerações.
Laís, conhecida artisticamente como Afrolai, é DJ e produtora cultural natural de Campos dos Goytacazes. Sua trajetória é marcada pela influência da música preta e da cultura urbana, construindo uma identidade sonora que transita entre R&B, hip hop, afrobeats e funk, com sets que unem pesquisa musical, sensibilidade de pista e autenticidade.
O encontro promove uma poderosa celebração da ancestralidade e da identidade negra, unindo o resgate das matrizes africanas e o terreiro urbano do Grupo Awurê à força contemporânea e à mulheridade política de Ayô Tupinambá.
O Moça Prosa é a primeira roda de mulheres nascida na Pedra do Sal, em 2012. Estabelecida na região portuária do Rio de Janeiro, mantém-se produzida, idealizada, pensada, construída e tocada por mãos femininas, na rua. Além de gerar trabalho e renda mensal para artesãos, trabalhadores e artistas locais. Trazendo famílias, seguindo os passos das matriarcas do samba, abordando temas como racismo, diversidade, luta antimanicomial, resgatando as memórias das mulheres que contribuíram e ainda contribuem para nossa cultura, além de estimular outras mulheres a ocuparem espaços públicos tocando e cantando samba, o grupo vai construindo sua história.
Fundada em 2017, a Orquestra Luna é o primeiro grupo de câmara de violinos do gênero no Morro da Providência, composto inteiramente por alunos da Casa Amarela. Com base na visão de que a música é tão essencial quanto a linguagem ou a ciência, o programa desenvolve tanto habilidades musicais quanto valores humanos, promovendo a união e a resiliência diante do racismo, sexismo, homofobia e classismo. Nos últimos anos, a orquestra ganhou reconhecimento por meio de apresentações de destaque no Festival Novembro Negro, no Copacabana Palace e nos Festivais de Orquestras Sociais no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
O Bloco Carnavalesco Coração das Meninas, fundado em 1964 no Morro da Providência, é um tradicional bloco do Centro do Rio de Janeiro e Pequena África, focado na cultura afro-brasileira e patrimônio cultural carioca. Seus cortejos celebram a ancestralidade com samba, batucada e atividades sociais, realizando desfiles na região da Rua Sacadura Cabral e Praça da Harmonia.
Ideias, cultura e negócios circulam entre territórios negros ao redor do mundo. Este painel reúne diferentes experiências para mostrar como essas conexões geram influência, oportunidades e novos caminhos de criação e mercado. Painel com mediação de Obirin Odara e participação da cantora Titica (Angola), Sharna Jackson (UK), Cordell Carter (EUA) e Fabio Aeboleda (Negro Fest – Medellin).
Antes de ser reconhecido como patrimônio, o que nasce na Pequena África já estruturava modos de viver e produzir cultura. O painel traz uma leitura direta sobre como esse território impactou comportamento, identidade e formas de organização social que permanecem ativas. Painel com mediação de Juliana Barbosa e participação de Claudia Alexandre (SP) e Gracy Mary Moreira (Casa da Tia Ciata).
Conhecer a própria história transforma decisões e perspectivas. O painel reúne experiências sobre identidade, memória e como esse reconhecimento influencia trajetórias pessoais e profissionais. Painel com mediação de Carolina Maira (Rio) e participação de Paulo Vieira (Rio/SP) e Rei Black (Rio).
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